terça-feira, 30 de setembro de 2014

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Leis Mais Esquisitas do Mundo


Pois é, dei com esta linda "notícia" no semanário SOL... ihihihihihih
Vamos lá às leis mais esquisitas...

"Não à gordura

No Japão é proibido ser-se gordo. Apesar de esta ser a terra que nos apresentou os lutadores de sumo, existe uma lei (desde 2009) que especifica qual o tamanho máximo de cintura que uma pessoa pode ter. Os homens com mais de 40 anos não podem ter mais do que 80 centímetros de cintura e as mulheres da mesma idade não podem ultrapassar os 90 centímetros.

Na prática, ninguém vai para a prisão por ser gordo. O que acontece é que as empresas que empregam pessoas com excesso de peso são penalizadas pelo Estado, de modo a incentivar os seus funcionários a comerem melhor e a fazerem mais exercício. A cintura dos japoneses é medida durante as consultas de medicina do trabalho. Quem exceder o limite é encaminhado para consultas de nutrição."

hahaha boa ou má lei? Por um lado é boa! =P


"Cuecas... sempre!

A Tailândia tem uma política bastante ‘liberal’ em relação a questões sexuais. No entanto, as pessoas que ali vivem estão proibidas de sair de casa sem roupa interior."

hahahahaha nada de apanhar correntes de ar!



"Verifique o carro TODO

Na Dinamarca é obrigatório verificar se está alguém debaixo do carro. Mas não se preocupe. Se por acaso arrancar, passar por cima de alguém que esteja a dormir debaixo dos chassi e for parar à prisão, não há problema. É que fugir da prisão não é considerado uma desobediência à lei."

Temos que olhar para ver se não está ninguém a "chonar" debaixo do carro, mas... Oh podemos fugir da prisão que não se passa nada!!! Tah certo! hahahaaha


"Asseados mas q.b.

Vontade de ir à casa-de-banho durante a noite? Aguente. Na Suíça, se viver num apartamento, é proibido puxar o autoclismo depois das 22h00. Bem como tomar banho, ou produzir qualquer tipo de ruído. Tudo em nome do direito ao descanso e da boa vizinhança."

Não sei o que dizer, oh digo simplesmente que cheira mal! lol


"Invasão alienígena é legal

De acordo com as leis do Reino Unido, um hipotético ataque de extraterrestres só poderia ser travado se estes não tivessem uma autorização para nos 'visitar'. Se a possuíssem - e podemos apenas imaginar como é que tal seria possível - os alienígenas poderiam sobrevoar as ilhas britânicas sem qualquer oposição."

O.o


"É proibido morrer

Se gostava de viver para sempre, tente mudar-se para Longyearbyen, na Noruega. É que nesta localidade, a maior (ou menos pequena) das inóspitas ilhas Svalbard, no Árctico, é proibido morrer. Isto porque, devido ao frio extremo, os corpos que são enterrados naquele local não se decompõem. O cemitério deixou de aceitar 'novos mortos' há 70 anos. Se por acaso ficar seriamente doente naquela região, o mais provável é que o metam num avião e o encaminhem para um qualquer hospital da Noruega continental, onde possa morrer em paz."

Ai daquele que se atrever a morrer em menos de um "ai" e sem dar por isso! lol

Digam lá que não há lei maravilhosas... E estas são só a ponta do iceberg! ^_^

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

"Duologia" que virou "Triologia"

Resposta a ASA a uma pergunta minha!
"(...) gostaria de saber se as 224 páginas do livro estão correctas (...)" (tenho por "habito comer" letras e palavras lol)


Resumo...



terça-feira, 26 de agosto de 2014

Opinião Sobre Livros: "Lago Perdido" de Sarah Addison Allen

Sinopse:
Uma história bela e arrebatadora sobre amores antigos e novos, e o poder das ligações que nos unem para sempre...

A primeira vez que Eby Pim viu Lago Perdido foi num postal. Apenas uma fotografia antiga e algumas palavras num pequeno quadrado de papel pesado, mas quando o viu soube que estava a olhar para o seu futuro.

Isso foi há metade de uma vida. Agora Lago Perdido está prestes a deslizar para o passado de Eby. O seu marido George faleceu há muito tempo. A maior parte da sua exigente família desapareceu. Tudo o que resta é uma velha estância de cabanas outrora encantadoras à beira do lago a sucumbirem ao calor e à humidade do Sul da Georgia, e um grupo de inadaptados fiéis atraídos para Lago Perdido ano após ano pelos seus próprios sonhos e desejos. É bastante, mas não o suficiente para impedir Eby de abrir mão de Lago Perdido e vendê-lo a um empreiteiro.

Este é por isso o seu último verão no lago… até que uma última oportunidade de reencontrar a família lhe bate à porta.

Opinião:
Começo por dizer que não posso focar a minha crítica ao livro no aspecto “romance” porque teria que referir, que pouco ou nenhum existe, é certo que há amores velhos que renascem, há amores que nunca morrem e ainda há amores que crescem com as pessoas, há amores sem dúvida mas para mim este não é o ponto essencial do livro, aqui está bem presente o reviver das cinzas, o renascer de "fénix", no "corpo" de uma personagem do lado.

O livro espelha bem o momento por que passou a autora, achei e acho que teria que o escrever, teria que não digo fechar um ciclo mas… Simplesmente que o escrever!
Nele está a morte, a dor, o sobreviver, o viver é o ultrapassar ou o simplesmente desistir e amargurar, estão todos esses sentimentos no leque de personagens que vamos conhecendo no decorrer da “história”, umas pela perda, outras pela coragem e o viver, e ainda no dizer "façam alguma coisa", como uma pedra no charco, o grito de “Ipiranga” no papel de uma menina de 8 anos...

Este livro foi um pouco diferente do que estou habituada na autora, e mais sombrio, busca um lado mais negro mas gostei, pois vi como o “exorcizar” de um momento, houve pouco (muito pouco) romance mas houve muito despertar e lutar pelo que queremos...

Não é um concelho, porque se esses fossem bons eu vendia… Mas… Não vão à procura de um romance mágico da Sarah Addison Allen, a magia está lá porém de maneira diferente, se o fizerem talvez se sintam "enganados", este livro é mais que um simples romance, é um "sobrevivi"... Na minha modesta opinião!

Em 5*, dei 4. Boas leituras